quinta-feira, novembro 23, 2006

Documento entregue por Kalador sobre a Ark of Nader

Estes são excertos de artigos de opinião onde se fala da Ark of Nader que o mágico Kalador forneceu ao grupo:

“Seria maravilhoso constatar a existência de tal artefacto. Segundo a lenda, é produto das mãos de Nader, um mágico ainda hoje estudado nas mais famosas academias arcanas pelos seus estudos em objectos mágicos. Nader desapareceu há cerca de 500 anos, talvez não fosse tão maravilhoso constatar que ainda “vive”…”

Agathon Cladis in “ Ancient Milenian Lore”
998 A.C.

“A verdade sobre os poderes da Ark of Nader podem por si ser tão controversos como o paradoxo e a queda da Necromancia, outrora uma nobre e respeitada arte, hoje caída ao alcance de qualquer um que a procure, como queijo ao alcance dos ratos.

Ashkar Bornni in “ Constructs of Power”
813 A.C.

“A Ark of Nader estimulava o poder do mago. Os seus soldados caídos em combate rapidamente voltavam para servir o seu senhor!! Que exército imparável!! O simples movimento de abrir a Ark não só ressuscitava os mortos como tinha a habilidade única de destruir as criaturas das trevas. Tal relíquia só pode ter sido arquitectada por um verdadeiro mestre. O nome Nader ficará para sempre ligado à sua arca, ofuscando a importância que teve o seu desempenho na fundação do império. Se tem triunfado nos seus desígnios, muito provavelmente nos dias de hoje o Dark Moor seria um dos maiores centros de magia de Mystara, capaz quiçá, de rivalizar com o poderio inquestionável dos mágicos Alphatianos.”

Parmenion Dermatas in “ The Milenian Fall”
1000 A.C.

“Se tal artefacto realmente existisse, duvido seriamente que ainda não tivesse sido encontrado. Uma área tão reduzida como a Floresta de Mineus não seria com certeza um impedimento de maior ao avanço intrépido de uma grande expedição. E sinceramente, um artefacto capaz de dar vida aos mortos sempre que se abre, construído por mãos mortais ???? Nem eu acredito em tal barbaridade!!! ”

Bishop Prexinus in “ The Modern Fairie Tales”
1002 A.C.

“Dar vida aos mortos seria o sonho de qualquer amante da arte, mas sinceramente as repercussões de usar a Ark of Nader poderiam tornar-se catastróficas, muito rapidamente!!!

Skiron Evangelinus in “ Dreams of Necromancy”
995 A.C.

Ark of Nader??? Bhha!! Conversa de crianças. No meu tempo de casualidades infantis, tive o desprazer de viajar por aquela floresta malcheirosa e infestada de toda a espécie de criaturas fedorentas. Realmente acha que me teria passado despercebido??? Hummm??? Bem me parecia!! “

Transcrição de conversa entre Telamon, um mago de Ilioloosti, com Thyrsis Garifalos (sábio e coleccionador de opiniões).
997 A.C.

“A Ark of Nader é um artefacto de ligações multi-dimensionais, claramente ligado ao positive plane. Funciona como um catalizador geodésico, um centro bilinear de convergência necromântica sobre uma polaridade claramente sobrecarregada de energia positiva. Quando accionado uma forte fonte energética redirecciona a abertura de uma pocket dimension materializando na prime plane uma violenta descarga de energia positiva. Tal efeito parece animar todos os corpos sem vida, fazendo regressar a sua energia vital de volta ao corpo hospedeiro. Como não se dá uma mescla de energias vitais em corpos estranhos é claramente exterior à minha simples mente racional. ”

Theron Glicas in “ Words of Knowledge”
746 A.C.

“Se metade de tudo o que ouvi sobre a arca for verdade pago 1.000.000 de moedas de ouros tal relíquia!!! ”

Transcrição de conversa entre Stentor Helios, membro da Guida de Mercadores de Ilioloosti, com Thyrsis Garifalos (sábio e coleccionador de opiniões).
997 A.C.

“A realidade indistinta e etérea da Ark of Nader faz-me recordar a minha infância, onde tudo era branco e preto, onde a vida era vista com a realidade crua da darkvision. Raramente o que nos aparece mostra a sua verdadeira forma, se assim fosse não seria a própria vida aborrecida?? A verdade escondida em cada coisa, incluindo o espírito mortal, só mostra a sua face quando lhe convém. Se acredito nos poderes da Ark of Nader? Mesmo observando in loco o seu funcionamento teria sérias dúvidas da sua veracidade. Não poderá ter uma dualidade implícita?? Quem nos garante que para enganar a morte e fazer regressar a força vital de um não roubará a energia de um pobre coitado noutro lado qualquer? Tais relíquias devem manter-se onde estão, na nossa imaginação, longe do uso descuidado de uma criança que brinca com o fogo. “

Mestre Supatra “ The Crossroads of Life “
900 A.C. ??



Chapter Four - The tunnel to Mineus, part II


De regresso a Dolmeus e após um merecido descanso, as personagens foram ter com Kalador com as notícias. O mágico ouviu cuidadosamente e ficou em silêncio ao ouvir as palavras... Alma Negra... O grupo perguntou se ele conhecia esta criatura ao que ele respondeu:" Que os imortais nos protejam se eu estiver certo mas é o meu irmão...". As personagens ficaram estáticas.

Kalador disse-lhes então que ambos eram estudantes de magia arcana e que o seu irmão, Calanor, o atacou na área da Floresta Velha (a este de Illiolosti onde os Treants ainda vivem...) por causa de um desentendimento acerca da procura de um objecto. Se não tivesse sido salvo pelos Treants ele teria sido queimado vivo pelo poder impar sobre o fogo do seu irmão detém. Segundo Kalador, o seu coração caiu nas trevas...

O objecto que ele procurava era a lendária Ark of Nader, um artefacto místico supostamente construído por um mágico Milenian, Nader. Esta arca tinha o poder de levantar os mortos no campo de batalha. Ele entregou-lhes um documento* com alguns escritos sobre a matéria mas eram todos dispersos e contraditórios. Em relação ao outro grupo na floresta ele desconfia que seja o Culto de Zargos (imortal da escuridão e da magia) e se o seu irmão procura a arca eles provavelmente fazem o mesmo... O mago pediu o livro escrito com a estranha lingua que tinham encontrado e propôs-lhes um negócio.

Outro dos seus grupos foi emboscado por um grande grupo de goblinoídes e perderam dois companheiros, como eles têm 6 membros, dois dos quais clérigos, e o outro grupo não tem nenhum clérigo ele propõe uma troca de elementos, um dos clérigos iria para o outro grupo e um deles viria para o seu grupo. Como um bónus, Kalador deixaria que eles escolhessem primeiro de diversos objectos mágicos (os primeiros da campanha!!!) que ele iria distribuir entre os grupos.
Após alguma discussão Thorgilfik e Yul foram para o outro grupo, o anão com a intenção de cruzar informação, ele não confia em Kalador... e o rakasta simplesmente seguiu o amigo.

No dia seguinte Kalador trouxe até eles o novo membro do grupo, Pilatos, um guerreiro humano, e noticias. O livro que encontraram estava escrito num código militar e descrevia em pormenor a área de Illiolosti, com mapas, movimentos de tropas, etc. O doppleganger era sem sombra de dúvidas um espião Mivosiano.

Ele pediu para eles investigarem a torre mas teriam que ter um cuidado extra. Eles concordaram.

Nota do DM: O jogador do Kannadis não pode jogar a aventura foi jogada por Pandora, Seldaek, Fistandatilos e Pilatos.
Pandora é agora um Fighter/Ranger (1/1) e Seldaek um Cleric(2).

Eles atravessaram os túneis, combateram uns escaravelhos gigantes com alguns ferimentos infligidos a Pilatos que provou ser excelente uma aquisição para o grupo, com grande disciplina táctica e grande determinação. Chegaram à última cisterna a após alguma espera um pardasta veio ter com eles. Ao sair, atravessaram as ruínas e o pardasta a certa altura fez sinal para eles pararem e apontou para uma casa. Eles moveram-se para lá ele subiu a uma árvore. O grupo começou a ouvir vozes e Pilatos sussurrou... goblins... Um grupo de 4 goblins (2 montados em hienas), 5 hobgoblins (2 com polearms) e um já ferido bugbear que empunhava uma spiked chain conseguiram encurralar o grupo dentro da casa.

A batalha que se seguiu, nas ruínas de Mineus, foi brutal e violenta, no final Pilatos e Pandora estavam caídos e inconscientes (a guerreira conseguiu outro crítico com a gadanha e deu o modesto dano de 54...), Fis fez a maioria do combate com 1 hp, mas a sua música foi essencial para o desenrolar do combate, Seldaek suportou algum dano e o pardasta, no cimo da árvore, nenhum, mas a suas setas foram vitais. Os 2 goblins montados conseguiram escapar.
Eles dirigiram-se a grande custo até à aldeia dos pasdastas e descansaram.

Após 2 dias eles estavam prontos para ir para torre, seguindo Zynn'tak, a sua irmã e mais 3 pardastas foram levados até um pequeno túnel de 5 por 5 pés na encosta de um monte fortemente florestado; segundo os pardastas o túnel irá conduzi-los à área que fica por baixo do antigo templo de Mineus, onde a torre se encontra agora, e eles rastejaram pelo túnel...

Nota do DM: Fistandatilos é agora um Bardo (2). Espero jogar lá para o Natal...

Chapter Three - The tunnel to Mineus

Nota do DM : O jogador do Yul decidiu não continuar a jogar por causa... da falta de continuidade... O rakasta tornou-se um NPC.
Na primeira sessão deste capítulo os jogadores do Fistandatilos e Kannadis não compareceram, jogando assim Pandora, Seldaek, Yul e Thorgilfik (ambos agora NPC's )

Após um merecido descanso e a respectiva cura, o grupo desceu dos seus aposentos no andar superior do Bastão do Viajante e viram Kalador a falar com um grupo de 3 humanos, todos pareciam tristes e escutavam o mago cabisbaixos. Depois do grupo se sentar numa mesa, Kalador abandonou os 3 humanos e aproximou-se deles com notícias.

Ele tinha descoberto que os estranhos símbolos nas paredes do último túnel que tinham descoberto pertenciam não ao sistema de esgoto mas ao sistema de fornecimento de água da antiga cidade de Mineus. Se ele estivesse correcto este novo túnel iria levá-los directamente ao centro da cidade de Mineus.

Ele necessitava de estudar os símbolos no local (os desenhos que lhes tinham trazido eram inconsistentes em alguns pontos) e ele pediu ajuda aos dois casters arcanos do grupo para acelerar o processo (Fis e Kannadis ficaram com ele...), os outros 4 membros investigariam o novo túnel, descobririam se ele os levava aos centro da cidade e regressariam para relatar, sem tomar riscos extremos! O grupo aceitou.

À medida que avançavam no túnel, os seus dois companheiros ficaram com o mágico. O túnel era húmido, com água a pingar do tecto e a escorrer das paredes. Passado um pouco a queda de água parou mas o túnel permaneceu húmido.

Encontraram uma queda de rochas (causada pelos sismos segundo Thorgilfik) com um estreito acesso ao exterior, para cima. Ao subir as rochas e espreitar através do estreito buraco viram árvores e depreenderam que estariam algures sob a floresta de Mineus. Após uma procura nas rochas descobriram um pequeno saco de viagem de couro com um conjunto de roupas leves de viagem (bastante usadas) e um pequeno livro escrito numa bizarra língua desconhecida com alguns desenhos que pareciam mapas.

Seguiram e encontraram outra queda de rochas com um acesso ainda mais estreito para o exterior mas o cheiro indicou que estariam debaixo do pântano que se estava a formar... Seguiram através do túnel.

Encontraram então uma cisterna de água natural, com estalagmites e uma nascente seca. Ao atravessar a cisterna uns babuínos de aspecto insano carregaram sobre eles. A luta foi rápida e não muito perigosa para eles pois despacharam os babuínos com ferimentos ligeiros.
Os babuínos pareciam tresloucados, com marcas de lutas entre eles (dois atacaram-se mutuamente durante a luta com o grupo).

Seguindo em frente encontraram outra cisterna mas esta cheia de água.
Yul meteu-se na água, amarrado a uma corda. Ao chegar ao centro da cisterna parou no topo das nascente e gritou para os companheiros, acenando. Thorgilfik, surpreendentemente (!!!), viu a água a mexer perto do rakasta e gritou-lhe de volta. O swashbuckler, sem pensar duas vezes, nadou o mais rápido que conseguiu, com os companheiros a puxar a corda e sentiu algo a tocar-lhe na água. Ao alcançar o grupo todos viram um crocodilo a passar perto eles, com o rakasta ainda a gritar.
Após uma pequena armadilha conseguiram atrair o crocodilo para fora da água com um isco falso e combateram-no. Foi uma luta muito difícil (neste momento ainda são todos de nivel 1) e quase todo o grupo ficou seriamente ferido mas sobreviveram.
Conseguiram atravessar a cisterna nadando e já do outro lado decidiram andar um pouco mais e depois pararam para descansar, exaustos.

Ao continuarem, já descansados, foram atacados por dois escaravelho tigres (uma perigosa espécie de escaravelhos gigantes que habita a floresta) e prevaleceram mas não sem sérios ferimentos infligidos pelas poderosas mandíbulas dos escaravelhos a Thorgilfik, Pandora e Yul! Quase morreram todos.
Encontraram mais à frente, outra queda de rochas com um pequeno animal morto e meio comido no chão. Olhando para cima viram árvores e ouviram claramente água corrente.

Ao avançarem, chegaram a uma grande cisterna com uma ponte de metal. Ao atravessar, Yul fê-los parar e falou para a escuridão à sua frente, na sua lingua, ninguém do grupo o percebeu. Algo na escuridão respondeu na mesma lingua. Após uma breve conversa eles encontraram 3 rakastas, um pouco diferentes de Yul, eles tinham um pelo com manchas negras ao contrário do pelo liso de Yul e chamavam-se Pardastas. Yul disse ao grupo para o seguir.
Subiram umas escadas, atravessaram um túnel e entraram na floresta, densa, húmida e repleta de barulhos. Seguiram os pardastas através das ruínas de alguns edifícios, já cobertos pela vegetação, atravessaram a infernal selva, e já totalmente perdidos chegaram à aldeia dos pardastas, no cimo das árvores.

Foram levados a um pardasta que falava milenian (o comum da zona) que se apresentou como Zynn'tak, líder da aldeia. Com ele estava uma pardasta com o pelo totalmente negro que ele apresentou como sendo a sua irmã. Zynn'tak contou-lhes que estava a perder a esperança pois ele já tinha contactado os humanos mas ninguém viera (esta é uma outra história mas este pardasta foi o trigger para o primeiro grupo a entrar nesta campanha mas morreram todos entretanto...).

Ele apresentou os pardastas como os guardiães da floresta juntamente com Parwyn o elfo druida (era um dos trigger do grupo inicial). Zynn'tak relatou então uma assustadora história;

Uma grande torre de obsidiana surgiu no centro de Mineus e lança uma perigosa sombra sobre a região. Esta torre surgiu do nada da noite para o dia. Diversas criaturas são chamadas para esta torre, nomeadamente grandes números de goblinoídes de muitas tribos e bandidos humanos.
A torre é governada por uma criatura a quem os goblinoídes chamam Alma Negra em sussurros. Esta criatura detém grande conhecimento de magia e um grande poder sobre o fogo. Os goblinoídes usam um estranho, e difícil de apagar, fogo laranja.
Diversas criaturas são levadas para a torre para trabalhar algures debaixo dela, humanos das quintas, pardastas e muitas criaturas da savana, incluindo Parwyn o druida, seu amigo.

Contudo outra força está em movimento na floresta que eles deveriam proteger, e esta força fez o pântano surgir. Eles andam com togas negras, entram em túmulos sagrados e perturbam os mortos. Após entrarem num destes túmulos, algo correu mal lá dentro e os que lá tinham entrado não saíram e o pântano começou a surgir centrado nesse túmulo.

Estas duas forças combatem constantemente entre si e os pardastas não são capazes de os enfrentar com sucesso. Após tal quantidade de informação para ser digerida eles decidiram regressar a Dolmeus e procurar ajuda. Prometeram ajudar os pardastas e que regressariam...

Chapter Two- After the Ratman!


Bem, na primeira sessão deste capítulo, Kannadis e Seldaek ficaram na aldeia por causa do pai de Kannadis que ficou doente e o clérigo foi em seu auxilio (na verdade os jogadores não estiveram presentes e como previamente estabelecido no início da campanha, se um jogador não estiver presente o seu personagem fica num local seguro até o jogador jogar de novo, caso se esteja no meio de um "dungeon", o DM leva a personagem até alcançar esse local seguro, normalmente uma aldeia próxima).

Assim, Yul, Thorgilfik, Pandora e Fistandatilos desceram através do buraco no chão do túnel que outrora pertenceu à cidade estado de Mineus. Encontraram-se no meio de um antigo sistema de esgotos com túneis circulares com cerca de 20' de largura. Uma passagem de 5' num dos lados do túnel permitia navegar através dos esgotos sem se sujarem...

Algumas personagens ficaram..."adoentadas" e vomitaram com o cheiro do local...

Cedo se aperceberam que o túnel era atravessado por outros túneis, uns maiores que outros. Nestas intersecções, pequenas pontes arqueadas ligavam as passagens laterais.
Ficaram um pouco desorientados mas devido às marcas que deixaram nas grades dos esgotos na superfície (ver capitulo 1) cedo se ambientaram à disposição dos esgotos .

Encontraram alguns Dire rats e venceram-nos em combate.

Numa das intersecções, subitamente o túnel ficou escuro, apagando a luz que levavam, e Yul sentiu algo a atacá-lo, tentou gritar para pedir ajuda mas a sua garganta está ser esmagada... todas as personagens ficam confusas, Yul cai inconsciente e os outros personagens começam a atacar... a escuridão...
Pandora sente algo a tentar agarrar o seu pescoço, e seguindo os seus comandos todos retiram, entrando na luz, sem Yul...
Fistandalos regressa à escuridão e miraculosamente encontra Yul e puxa-o para fora da escuridão enquanto Pandora e Thorgilfik combatem a misteriosa criatura.
Todos conseguiram sair das escuridão, e o que quer que fosse não os seguiu...

Thorgilfik examinou Yul e descobriu que o rakasta tinha sobrevivido miraculosamente ao ataque que sofreu (Yep, ele estabilizou sozinho aos -9 hp !!). O seu pescoço estava em mau estado mas o anão conseguiu curá-lo e ao acordar, Yul viu que o seu rapier tinha desaparecido! O seu pai tinha-o feito para ele a ele perdera-o! Se não fossem os seus companheiros ele teria entrado de novo na escuridão para reclamar a sua arma. "Rakasta desmiolado!" foi o comentário do furioso anão.

Decidiram regressar à aldeia e recuperar. O anão disse que a escuridão era de algum modo mágica pois a sua darkvision não conseguia penetrá-la.

E a sessão acabou.

Nota do DM: O jogador de Thorgilfik decidiu não continuar a jogar devido à falta de continuidade da campanha, de facto eu estar no Porto não ajuda muito... Não podia jogar regularmente devido ao trabalho e ele no seu pleno direito decidiu sair. O anão tornou-se um NPC.

Na seguinte sessão as personagens descansaram, foram curadas, tomaram um grande banho e retomaram a descida aos esgotos, todos os seis (incluindo o anão agora um NPC) desta vez.

Seguiram o seu mapa e após mais alguns encontros com Dire rats, entraram numa câmara com uns estranhos pilares, uns dos quais estava caído. Após um exame Thorgilfik disse que esta câmara dava suporte a todo o sistema de esgotos e que o pilar tinha caído provavelmente devido aos mesmos sismos que tinham aberto a falha para a cave...

De repente surge uma criança humana no meio dos destroços, a tremer e assustada. As personagens ficaram incrédulas, e nos instantes de hesitação a criança fugiu através de um túnel. Fistandalos conseguiu ir atrás dela, desconfiado do que faria uma criança neste local sem ninguém na cidade se ter queixado de nada...enquanto procurava nas sombras do túnel, o ratman apareceu! Rebentou uma peleja mas o ratman fugiu, de novo, e o grupo optou por não o seguir. Em vez disso vasculharam a câmara toda e encontraram um velho saco de couro com alguma comida e dois frascos de poções, vazios...

Neste momento todos estavam muito desconfiados de algo e enquanto Thorgilfik, Seldaek e Pandora investigavam um outro túnel, Fistandatilos, Yul and Kannadis permaneceram na câmara vigiando as restantes saídas.

Os dois clérigos e a guerreira encontraram outra câmara com uma saída oposta à deles e um grande buraco no chão. Novamente o anão confirmou que o buraco era recente e provavelmente provocado pelos sismos. Olharam para baixo e vislumbraram uma passagem lá em baixo. O anão foi eleito para ser atado com uma corda e descer auxiliado pelos dois companheiros. Ao descer o nó da corda desfez-se (Ups, use rope falhado!) e o anão caiu nas rochas lá em baixo. Por sorte ele esta já perto do fundo e não se feriu. Seldaek e Pandora começaram a rir-se do anão e foram surpreendidos!
O ratman, silenciosamente aproximou-se deles e empurrou o clérigo para o buraco, e este caiu mesmo em cima do anão que de algum modo amparou a sua queda, e levou a corda com ele...

Pandora estava agora sozinha, frente a frente com um wererat, os dois clérigos caídos no buraco e o resto do grupo na outra câmara. Ela começou a gritar por ajuda e o ratman, sorrindo tentou mordê-la. No calor do combate, enquanto gritava por ajuda, ela largou a sua arma principal, o seu arco longo de fabrico élfico e empunhou a sua arma de suporte, uma gadanha (scythe). Bem, rolou um 20 no ataque (o primeiro feito com a arma) e na confirmação do crítico também, dando um dano brutal. O ratman foi cortado ao meio com um só golpe! Com Pandora ainda perplexa, os seus companheiros chegaram e ficaram impressionados como seu feito.

Em breve o ratman morto tornou-se numa criatura humanóide careca e de pele acinzentada e todos ficaram muito confusos... Examinaram o corpo mas apenas encontraram uma tatuagem no seu braço esquerdo, representando um dragão.

O resto correu calmamente, investigaram a passagem no fundo do buraco e encontraram um túnel muito semelhante ao que estava junto à falha na cave, e regressaram à aldeia... quase... porque ao passarem perto da área onde surgiu a escuridão, Yul conseguiu convencer algumas personagens a recuperar a sua arma. O anão, a resmungar recusou a participar em tal tolice e Pandora ficou com ele, furiosa pelo facto de ele arriscar a vida por uma idiótica arma facilmente substituível...

Os restantes quatro chegaram ao local e de longe viram arma no chão. Aproximando-se silenciosamente, Yul agarrou a arma e a escuridão abateu-se sobre eles.
O que aconteceu a seguir foi o caos, Yul atacado de novo, e as confusas personagens conseguiram sair da área escura, mas separados! Fistandatilos e Seldaek através de um túnel (não o mesmo por onde chegaram à zona) e Kannadis através de outro. Separados, os dois aventureiros estavam lentamente a chegar a um grande túnel. Do outro lado Kannadis encontrou-se subitamente abraçado pela luz, à medida que a escuridão se movia através do túnel afastando-se de si e viu Yul caído no chão. Examinou-o mas não conseguiu ver se estava bem e começou a puxá-lo para longe da maldita intersecção, gritando por ajuda.

Pandora e Thorgilfik ouviram o pedido e a escuridão também...

Seldaek e Fis encontraram-se encurralados entre a escuridão que avançava e um salto através do canal fedorento a seus pés. Escolheram a última opção, e após o bardo ter feito o seu salto sem problemas o clérigo caiu na água fétida e teve que nadar até ao bardo, que não conseguia parar de rir do companheiro.

Do outro lado o feiticeiro chegou ao anão e à arqueira e após examinar o rakasta, o anão não queria acreditar no que via, o raio do gato tinha fugido das garras da morte, outra vez!!! (Yep, estabilizou de novo, sozinho, aos -9 hp!)

Já todos juntos, com um clérigo mal cheiroso e um rakasta muito ferido, ainda sem o seu rapier... chegaram à aldeia.

Aí, depois de relatarem a Kalador ele instruiu-os no conhecimento do Doppelganger , porque o seu ratman afinal não era nenhum wererat!
Ele também conhecia a tatuagem no braço do Doppleganger, um simbolo da infame Guarda Draconiana, o exército pessoal do Triunvirato de Mivosia (os regentes da cidade inimiga)! Começaram todos a pensar em dragões mas o mágico sanou os ânimos ao dizer que a guarda se chamava assim devido ao seu fundador, o famoso guerreiro Mivosiano; Dracon.

E começaram a planear o que fazer a seguir...

Chapter One - Rats in the Cellar

Após uma conversa não muito produtiva com o governador de Dolmeus, que os remeteu para Kalador, o nosso grupo de aventureiros dirigiu-se à estalagem local, O Bastão do Viajante.

No caminho, uma mulher ensanguentada sai a correr aos gritos de uma casa a cai na sua frente. Ela murmura algo sobre ratos, ratos na cave, e começa a desfalecer, Thorgilfik conjura um cure light wounds e a mulher ao recuperar os sentidos (e curar as feridas), pede o seu auxilio; o seu pequeno bebé está na cave e ratos gigantescos estão lá em baixo, no escuro...

Rapidamente o grupo atravessa a casa e chega ao pátio interno. As casas de estilo milenian são um edifico quadrado que alberga 4 habitações distintas e que partilham um jardim interior ao quadrado bem como uma cave cuja entrada se situa no jardim. A porta da cave estava aberta...

O grupo desceu as escadas e foi prontamente emboscado por... Dire rats! Nem tudo correu bem, porque Pandora ficou recuada a disparar setas (ela é um arqueira) e alguns ratos penetraram as suas defesas.

Subitamente, Yul é surpreendido no meio de umas estante repletas de caixas e sacos por um rato humanóide, maior que ele, e este "ratman" mordeu-o no pescoço. Yul ripostou com o seu rapier, mas a sua arma não parecia afectar o "ratman"!

Alguns rounds depois, com todos os dire rats já mortos, Yul, Seldaek, Thorgilfik and Pandora, estavam todos seriamente feridos, quer pelos ratos quer pelo ratman saltitão, o raio da criatura estava constantemente a mover-se, a esquivar-se e a saltar por entre as estantes ou de algum modo a negar os seus ataques...
Kannadis, estava furioso e perplexo pelo facto de o ratman resistir aos seus vários feitiços de Sono...

O ratman olhou em redor, arreganhou a dentuça e escapou através de uma falha na parede da cave que as personagens ainda não tinham visto. Eles perseguiram-no, mas apenas para o ver escapar através de um buraco no chão de um estranho túnel.

Encontraram o bebé inconsciente mas vivo e após algumas curas, e um acesa discussão entre Pandora, Fistandatilos and Kanadis sobre o tema de protecção, Thorgilfik diz que a falha na parede é recente, provavelmente provocada pela recente onda de pequenos tremores que afligiram a zona de Illiolosti dois meses atrás.
A falha dava acesso a um túnel, repleto de estranhos desenhos e símbolos gravados em baixo relevo nas paredes, e num dos extremos um buraco no chão dava acesso ao que parecia um esgoto, a julgar pelo cheiro...

Bloquearam a falha com material da cave e foram para a superfície, devolveram a criança à mãe e dirigiram-se para falar com Kalador, e claro com os clérigos de Halav da aldeia.

Após relatarem os eventos, Kalador disse friamente que Yul teria sido mordido por um Wererat, e que estaria possivelmente infectado com a doença da licantropia. Após algumas elucidações sobre a doença, o grupo ficou muito preocupado. Yul foi "fechado" nas celas do templo de Halav e acompanhado pelos clérigos. O resto do grupo fez alguns progressos nos desenhos das paredes do túnel, ao que parece o túnel pertencia ao antigo sistema de esgotos da já desaparecida cidade estado de Mineus, a mesma que deu o nome à floresta da zona...a mesma que parecia albergar o pântano e os goblinoídes...
Descobriram também que os esgotos pertenciam a Dolmeus mas eram muito antigos e estavam fechados à décadas de devido a pragas de ratos... Após algumas inspecções e cálculos o grupo conseguiu descobrir as grades de acesso ao esgoto na superfície da aldeia e marcá-las com cordas que desciam para os esgotos.

Entretanto, o rumor espalhou-se como um incêndio através de Dolmeus, um wererat estava na aldeia!!. O caos emergiu como fogo num celeiro e o exército teve que acalmar a população que exigia protecção. Os preços das armas de prata dispararam e o grupo gastou todo o dinheiro que tinha a adquirir equipamento de prata...

Kalador foi ter com o solitário Yul, e fez-lhe uma proposta. Ele disse-lhe que não tinha uma cura certa mas tinha algo que poderia funcionar mas só após ele se transformar. Ele disse também a Yul que se o feitiço falhasse ele o mataria de imediato, mas se ele vivesse ficaria a dever-lhe favor, um grande favor.... O rakasta concordou rosnando ao misterioso mago. Na lua cheia seguinte...nada aconteceu ao rakasta e ele foi ter com os seus companheiros que estavam prontos para dar caça ao já infame ratman...curiosamente ninguém se questionou porque motivo a doença não tinha afectado o corajoso rakasta...

Apresentação das personagens

Fistandantilos Gimneus, bardo humano. Fis é um bardo itinerante que aprendeu tudo o que podia do seu mestre, o bardo Bradius “Storysinger”. Ele é normalmente o centro de todas as atenções e gosta que assim seja. Ele é o individuo com conhecimentos e recursos que normalmente sabe sempre " algo sobre tudo"...
Após deixar o seu mestre para seguir o seu próprio caminho ele seguiu o caminho da noticias mais recentes...Dolmeus...

Kannadis, feiticeiro humano. Kannadis é um jovem agricultor que vive em Dolmeus. Apenas recentemente começou a entender as suas estranhas aptidões mágicas mas está confiante que as vai dominar na perfeição. Ele pretende proteger os seus pais, já idosos, dos estranhos eventos que estão a afectar a aldeia.

Pandora, guerreira humana. Ela tem uma aparência estranha para uma humana, cabelo prateado com pequenas riscas verdes, pele pálida e olhos completamente brancos. Com um aspecto élfico apenas a sua forma musculada e alta a trai como sendo humana. Foi criada pelos clãs élficos dos bosques de Adarion e segue uns perturbantes pesadelos, envolvendo um monstro de metal e a sua irmã. Possui uma marca no seu corpo que partilha com a sua irmã, ambas estão ligadas por essa marca e por vezes sentem o que a outra está sentir.

Seldaek, clérigo humano. Seldaek é um sobrevivente, ele não se recorda de nada da sua vida antes do seu 12º aniversário, ou por volta dessa idade. Ele deambulou pela savana seguindo uma voz que o guiava e essa voz trouxe-o a Dolmeus. Ele cresceu lá, com uma velha humana de nome Rosaline, tendo tido diversas profissões; agricultura, pesca, caça, etc...
A voz nunca o abandonou, estando sempre com ele, guiando-o através da sua vida. Por volta dos 30 anos ele partiu para a floresta de Mineus e durante um mês conduziu um ritual que o transformou por dentro (justificação para mais tarde adquirir o template de Half-Dragon...), sempre guiado pela voz.
Após o ritual ele já não era um homem simples, ele era um clérigo e a voz revelou-se como o imortal Diamond (o Deus dos Good Dragons). Ele segue os seus sonhos de construir um templo em honra a Diamond no interior da floresta.

Thorgilfik, clérigo anão. Nascido nos Iron hills, a sudoeste de Illiolosti, Thorgilfik sempre foi um anão diferente dos outros e desde uma tenra idade sempre foi muito curiso com todo o que se relacionava com Kagyar (Deus do Anões), sempre a fazer todo o tipo de perguntas. Certo dia ele sentiu um estranho chamamento durante o seu sono a acordou nos degraus do templo de Kagyar. Os clerigos encararam isto como um sinal e ele ingressou na ordem. Thorgilfik é um curandeiro ímpar, e bastante solicitado. Ele veio para Dolmeus seguindo uma antiga profecia anã e o seu estranho sonho recorrente de dois anões a lutar lado a lado, um feito de pedra e outro de ferro.

Yul, swashbuckler rakasta. Nascido na cidade rakasta de Artarashai, perto dos Iron Hills e filho de um ferreiro, ele é um rakasta corajoso e imprudente que apenas quer seguir os passos do seu irmão mais velho e ingressar na famosa Guarda Artarashai. Para isto ele tem que provar o seu valor ao seu povo e como tal aventurou-se na área de Dolmeus com um velho amigo, Thorgilfik. Os rakastas têm uma forte relação de comércio com os anões, e Yul conheceu o clérigo numa das suas viagens com o seu pai à cidade dos anões.

A Situação e o Início

Situação:

1) As quintas em redor de Dolmeus estão ser atacadas por goblinoídes, na sua maior parte goblins e hobgoblins. Eles simplesmente atacam as quintas e levam toda a gente. Usam uma espécie de fogo "laranja" que arde rapidamente e é difícil de apagar.

2) Notícias de aventureiros e caçadores dizem que o interior da floresta de Mineus se está tornar num pântano. Há relatos de que undeads vagueiam na área...

O Início:

Os jogadores respondem todos a um pedido para investigar estes estranhos eventos e após se conhecerem decidem tentar a sorte em conjunto como um grupo.
Diversos grupos de aventureiros estão ser "controlados" por um mágico local ao serviço do exército, Kalador. Este mago arrepiante e misterioso caminha nas ruas de Dolmeus com togas pesadas no pico do verão e nunca ninguém viu qualquer parte do seu corpo, sempre coberto por qualquer tipo de roupa/ligadura/etc.. A sua voz é gutural, como se as suas cordas vocais estivessem danificadas e em seu redor há sempre um odor ocre e de "especiarias".

Background de Campanha


A campanha decorre no continente de Davania, muito a sul do continente de Brun onde se situa o Known World (localização base de Mystara nos seus produtos oficiais, os gazzeters). A zona da campanha é situada no Adakkian Sound mais precisamente nas Meghala Kimata Plains um local semelhante às planícies africanas do mundo real. Toda a zona é um vestígio de um antigo império, o Milenian Empire em muito semelhante à Grécia antiga do mundo real. Esse império desapareceu à vários séculos da superfície de Mystara...

O início da acção é centrada na cidade estado de Illiolosti na zona oeste das Meghala Kimata Plains.
Ilioloosti foi fundada há cerca de 1600 anos como a capital da província Aesaloniki, e durante os seus dias áureos apenas dois séculos depois, tinha uma população de 90,000. A cidade original era tão grande que os seus subúrbios estendiam-se sobre os rios Meghalo Fithi e Milenia, que eram atravessados por não menos de dezoito pontes. Durante este tempo Ilioloosti ficou conhecida como o centro do discurso filosófico, e era onde estava sedeada a Grande Biblioteca, o maior repositório de conhecimento do império.

Este tempo de prosperidade terminou no ano de 67 BC, quando a cidade foi saqueada e queimada por invasores humanóides que desceram dos Adakkian Mounts a oeste. Todas as pontes foram destruídas, os subúrbios arrasados, e a Grande Biblioteca pilhada. Apenas a Cidade Velha sobreviveu aos ataques, e mesmo esta ficou com cerca de 3/4 destruída. De uma cidade de 90,000 restavam agora 7,000. Aqui teria terminado a história de Ilioloosti, não fosse pela determinação do seu povo de lutar e reclamar o que era seu por direito.

Liderados por generais competentes, os sobreviventes combateram os invasores, e conseguiram, após 4 meses, libertar a sua casa da sua presença. Enquanto os mais capazes protegiam a cidade, os matemáticos, cientistas, mágicos, clérigos e filósofos que sobreviveram debruçaram-se sobre a tarefa de preservar o que restava, e reconstruir Ilioloosti. As ruínas queimadas da Grande Biblioteca foram exploradas para procurar pergaminhos que tivessem sobrevivido, e os mais velhos foram encorajados a partilhar o seu saber. Deste modo, Ilioloosti conseguiu evitar o regresso ao barbarismo, e em 20 anos, estava claramente no caminho da recuperação. Durante este tempo, o conselho regente era formado e composto por aqueles que eram considerados os mais indicados para liderar o povo. Estas pessoas eram soldados capazes, filósofos, mágicos, e mercadores de sucesso. Usando os seus conhecimentos, eles guiaram o povo durante este período difícil.

Desde então, a cidade cresceu bastante. Um vez mais Ilioloosti estendeu-se através dos rios, e a sua influência expandiu-se às vilas e aldeias vizinhas. Em troca da sua lealdade ao conselho regente, estas comunidades satélite recebiam formalmente conhecimento Milenian que se julgava perdido, como irrigação, técnicas avançadas de construção, educação, escrita, etc. Ilioloosti não se expandiu rapidamente, mas aqueles que ficaram sob a sua alçada não foram conquistados pela força mas sim pela sabedoria. Enquanto Ilioloosti se expandia, permaneceu contudo "atrasada", quando comparada com outras cidades estado como Mivosia e Kastelios. Isto mudou em 438 AC, quando os seus filósofos mais sapientes decidiram construir o que é hoje conhecido como a Academia das Artes, onde a Grande Biblioteca outrora se ergueu.

Nas décadas seguintes a Academia atraiu filósofos de toda a região, tendo todos contribuído para o conhecimento que se acumulava dentro das suas paredes. Hoje, Ilioloosti está mais uma vez a tornar-se o centro de aprendizagem e razão, bem como uma proeminente cidade estado do norte de Davania.

O ano actual é 1016 AC, é um verão quente que está a chegar ao fim e na vila de Dolmeus nem tudo está bem...
Dolmeus foi construída em redor de um forte de pedra com o mesmo nome, na área fora da trincheira (este marco geográfico é uma gigantesca e profunda trincheira que se estende ao longo de muitas milhas, repleta de fortes espaçados) que protege a cidade de ataques da zona sudoeste.
O forte, ou a sua localização, é antiga, tendo sido conquistado, destruído e reconstruído por diversas vezes devido a ataques de humanóides e por parte de Mivosia, uma cidade estado inimiga.
As terras em redor de Dolmeus são planícies férteis, que olham sobranceiras sobre a savana e a floresta de Mineus, um paraíso para os caçadores da vila. Esta é a "base" de muitos grupos de aventureiros, que vagueiam a savana em busca de segredos perdidos do antigo Milenian Empire.